Coronavírus: Como as notícias falsas estão afectando as crianças

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Todas as notícias sobre o Coronavírus são compartilhadas não mais do que sem verificação prévia da fonte. De vídeos falsos supostamente gravados na China a notícias que visam causar medo e caos na sociedade.
Infelizmente, as crianças não são isentas. As redes sociais são preenchidas não apenas com notícias falsas que afectam as crianças (causando-lhes medo e insegurança), mas também com materiais que promovem ideias como o medo de vacinas e outros medicamentos, fazendo-os acreditar que são prejudiciais.

Quando as notícias falsas afectam nossos filhos, é hora de agir. Mas como sabemos que eles estão sendo expostos a essas notícias, já que não temos um sistema de controle de conteúdo que eles consomem? É fácil responder. É aí que os pais vêm para agir.

De acordo com a página Safe Kids, até 17 anos de idade é necessário proteger as crianças e elas sentem que estão sendo vigiadas e protegidas contra qualquer perigo. Mas sabemos que a realidade é muito diferente, pois sempre vemos crianças de dois a três anos já com o telemóvel na mão, assistindo ao YouTube. E as notícias falsas que afectam as crianças também estão nessa rede social, na verdade, elas não conhecem o limite ou têm uma rede social preferida, estão no Facebook, YouTube, Tik Tok e podem até ser transmitidas no WhatsApp. Muitas pessoas, aproveitando a rápida viralização de notícias sobre o Coronavírus, também aproveitam e usam essa palavra-chave para vincular a outro conteúdo malicioso.

Como proteger as crianças de notícias falsas?

Não há outro, o controle é essencial. Hoje, as crianças (até as menores) já sabem como excluir o histórico de navegação no navegador e nas diferentes redes sociais. Portanto, é essencial executar duas açcões:

  • Substitua o tempo que os filhos passam no telemóvel para outras actividades em casa.
  • Mantenha um controlo total do telemóvel que eles usam (incluindo tudo o que fazem online, não apenas os vídeos que assistem).

Para executar esse controlo (navegação na Internet, redes sociais e até chamadas e mensagens), é possível executar com uma aplicação de controlo parental, como App Espião Virtual.

 

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